1916 – São estabelecidos os distintivos a serem usados pelos militares do Exército a cumprir serviço na Aeronáutica Militar (Decreto 2485 DG 130 Série 1).
1935 – As Praças da Arma Aeronáutica, de Pré, Mecânicos e ajudantes de mecânico, quando possuírem habilitações suficientes, passam a poder desempenhar funções de piloto e metralhador-bombardeiro. Passa também a haver o Quadro de Mecânico Especializado Piloto Aviador (Decreto 25553 DG 147 Série 1).
1918 – Criação do Serviço de Aeronáutica Militar que compreenderá a Direção de Aeronáutica Militar, a Comissão Técnica de Aeronáutica Militar, a Escola Militar de Aviação, a Escola Militar de Aerostação, as Tropas Aeronáuticas e o Parque de Material Aeronáutico (Decreto 4529 DG 183 Série 1).
1927 – Impondo-se a necessidade de realizar economias no orçamento do Ministério da Guerra sem diminuir a eficácia do Exército foi decretada a reorganização do Ramo. Assim, a Arma de Aeronáutica – em tempo de paz – passou a compreender a Direção da Arma Aeronáutica, a Inspeção Aeronáutica Militar, a Aviação Militar, a Aerostação Militar, a Defesa contra Aeronaves, as escolas e cursos de aeronáutica os Serviços de Aeronáutica e os depósitos de aeronáutica. A Aviação Militar passou a ter um Regimento de Aviação de Proteção e Combate a dois grupos incluindo a caça; um Regimento de Aviação de Bombardeamento a dois grupos; dois grupos de aviação de informação e uma esquadrilha de aviação de treino e depósito. A Aerostação Militar passou a ser um Batalhão de Aerosteiros a três companhias. Os Serviços compreendem o Serviço de Engenharia Aeronáutica que comporta o Serviço de Transmissões Privativas da Aeronáutica, o Serviço Meteorológico e o Serviço de Construções e Aeronáutica; o Serviço de Saúde; os Serviços Administrativos e o Serviço de Obras Militares (decreto 1381 DG 135 Série 1).











