16 de agosto – Eventos históricos da aviação m ilitar portuguesa

1918 – É criado o Parque de Material Aeronáutico em Alverca (posteriormente publicado em Ordem de Serviço do Exército nº 18 de 26Set).

1936 – É dada autorização para o Ministério da Guerra iniciar os contactos e contratos para a construção de um hangar para aeronaves na Base Aérea de Sintra (Decreto 26932 DG 200 Série 1).

1938 – De modo a harmonizar o disposto no Decreto-Lei 27059 de 1936, a Aeronáutica Naval passou a compreender as Forças Aéreas da Armada, os órgãos de comando e direção e pessoal navegante dessas especialidades. As Forças Aéreas da Armada compreendiam forças permanente e forças de reserva, com a missão de proteger as vias de comunicação marítima contra-ataques aéreos ou navais; proteção e defesa só ou com a colaboração da Aeronáutica Militar (Exército) das costas e bases navais; cooperação com as forças navais e as artilharias de defesa da costa e antiaérea e cooperação com o Exército e a Armada onde as condições ditem a preferência pelo emprego da aviação naval. As esquadrilhas seriam compostas por seis a doze aviões do mesmo tipo, que no caso de serem plurimotores seriam três a cinco, e formavam um Grupo de Esquadrilhas. As unidades de aviação seriam os Postos de Aviação Naval e a Escola de Aviação Naval Almirante Gago Coutinho (Decreto-Lei 28922 DG 189 Série 1).

1967 – É assinada a primeira Ordem de Serviço da Base Aérea de Beja – BA11 – onde se lê “É desde hoje activada a BA-11”.

15 de agosto – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1961 a Força Aérea efetuou o destacamento de oito F-86F da Base de Monte Real para a Guiné-Bissau denominando-se este movimento de “Operação Atlas”. Até 1964 as missões operacionais sucederam-se, num total de 577, consolidando conhecimento e atenuando a ameaça que constituía a utilização dos Mig-15 e Mig-17 pela Guiné-Conakri contra a Guiné Portuguesa.

F-86 na BA12 – Bissalanca-Guiné

6 de Agosto 1945 – Bomba de plutónio

06 de agosto de 1945 – O Mundo entrou na época atómica, quando, durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos da América bombardearam o Japão com uma bomba de de fissão de plutónio, lançada sobre Hiroshima por um B-29 (Enola Gay).

Na primeira bomba (Little Boy) o Japão não se rendeu, mas a 9 de agosto lançaram uma segunda bomba (Fat Man) sobre Nagasaki e aí sim, o Japão capitulou.

08 AGO – 2008 – Operação Fénix para os Pumas SA330 nos Açores

2008 – É determinado que, a partir de 24 de setembro de 2008, a Esquadra 752(Pumas SA-330) seria (re)ativada nos Açores BA4 com quatro aeronaves, por um período de 18 a 24 meses (Decreto 32/2008 do CEMFA). Dava-se inicio à Operação Fênix recuperando 4 Pumas que tinham sido recentemente abatidos ao efetivo.

Atualmente a Esquadra 752 está ativa e equipada com helicópteros EH-101 Merlin.

18JUL – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1944 – Devido à condição de emergência introduzida pela Segunda Guerra Mundial, é constituído um Grupo supranumerário de aviação de caça a três esquadrilhas na BA2 e uma esquadrilha independente de caça no Aeródromo de Espinho e uma unidade de caça expedicionário nos Açores (Portaria 10711 DG 155 Série 1).

Visita ao Real Edifício de Mafra

No dia 16 de julho de 2026 o Núcleo do Seixal da Liga dos Combatentes visitou o “Real Edifício de Mafra”, conhecido (incorretamente como “Convento de Mafra”. Este “mega” edifício – um dos maiores da Europa para a época (Séc. XVII) concentra numa única estrutura quatro elementos: Uma Basílica feita à luz e sob inspiração do Vaticano; dois palácios reais (um para o Rei – D. João V – à esquerda da Basílica e outro para a Rainha – Da. Maria Ana de Áustria – à direita da mesma); e um convento para 300 frades a fechar o polígono da parte de trás. Inicialmente prometido para apenas 17 monges para cumprir a promessa do Rei D. João V se fosse agraciado com divina de ter um filho, o projeto foi crescendo para um complexo considerado uma obra-prima do barroco, património da UNESCO, que tem mais de 3.000 salas, quartos e salões, com mais de 5.500 janelas e portas, tendo sobrevivido com meras rachas numa escadaria (ainda visíveis) ao terramoto de 1755.

O Rei D. João V (1707-1750) foi um dos quatro governantes portugueses que lideraram o País por mais de 40 anos (D. Afonso Henriques, D. Diniz, D. João V e Dr. Oliveira Salazar), colocou a primeira pedra do edifício no dia 17 de novembro de 1717, tendo assistido à sagração do mesmo em 1730.

Na parte militar – Escola das Armas do Exército – visitamos espaços e recebemos explicações raramente acessíveis ao grande público, porque normalmente as visitas concentram-se nos dois palácios, na basílica, na biblioteca Real e no Museu da Música (espaços que também visitámos).

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