12JUL – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1928 – É decretado que sejam extintas a Escola Militar de Aerostação e a Esquadrilha de Aviação de Treino e Depósito. A Escola passa a denominar-se Escola Militar de Aeronáutica e, junta a esta, são criadas uma secção de aerostação e uma secção de treino de pessoal navegante (Decreto 15707 DG 158 Série 1).

A ilustração da Alferes que foi Mordoma de Viana

A hospitalidade das gentes minhotas de Viana do Castelo é bem conhecida, remontando aos tempos ancestrais da tradição marítima, e do acolhimento aos peregrinos que por ali passam trilhando os caminhos de Santiago. A hospitalidade dos vianenses é visível nas celebrações da Romaria d’Agonia, onde a comunidade se envolve para proporcionar uma experiência ímpar aos forasteiros. Foi com esse pressuposto que os militares da Força Aérea destacaram para Viana no final do mês de junho, a fim de prepararem as celebrações do 74º Aniversário da Força Aérea Portuguesa; e não se desiludiram!

Um dos momentos mais originais durante a presença da FAP em Viana do Castelo, foi a oferta ao Chefe do Estado-Maior da Força Aérea – General Sérgio Pereira – num momento de descontraída interação social com a população local, de uma ilustração que procura unir o traje tradicional das mulheres do Minho com a farda feminina da Força Aérea Portuguesa.

Perguntámos à ilustradora – (Professora) Teresa Silva – o que é que a tinha levado a fazer a ilustração, o que é que a mesma simbolizava, que materiais tinha usado e a oferecê-la ao representante máximo da Força Aérea. Eis o que ela respondeu:

“A ilustração nasceu da ideia de dar as boas vindas à Força Aérea Portuguesa à minha linda cidade de Viana do Castelo.
Em Viana gostamos de receber bem e foi uma honra para os vianenses receber a Força Aérea para a comemoração deste aniversário tão especial e estes  valorosos militares mereciam o melhor acolhimento que só o Minho sabe dar.
Como vianense e ilustradora, esta obra foi a minha forma de agradecimento  à Força Aérea Portuguesa pela honra de escolher a nossa cidade para a celebração do seu aniversário, esperando que a instituição se reveja na cor, força e sobretudo brio que a mulher do Minho coloca em tudo o que faz, seja envergando o Traje à Vianesa como símbolo da nação ou honrando Portugal no serviço militar.
Deste modo, realizei esta ilustração invocativa do 74° Aniversário da Força Aérea Portuguesa, com o intuito de enaltecer esta tão nobre instituição militar, que conta também com a colaboração da força das mulheres de Viana que a integram ou nela fizeram a sua formação.

Na ilustração está representada Salomé Silva nestas duas vertentes, tendo sido Alferes da Força Aérea Portuguesa e também Mordoma da Romaria de Nossa Senhora D’Agonia em 2019.

As figuras femininas são a mesma pessoa, que enverga a farda de Alferes e o Traje à Vianesa da Ribeira Lima, sendo ladeadas pelo rasto de bordados das camisas tradicionais do Minho deixado por uma aeronave F-16M.
Os materiais utilizados são lápis de aguarela secos e marcador sobre papel de aguarela de alta gramagem, sendo o tamanho 21cmx30cm.
A ilustração foi realizada ao longo de uma semana e para que ficasse fidedigna realizei leituras e pesquisa de imagens sobre as fardas femininas da Força Aérea e contei com o apoio importantíssimo da pessoa ilustrada.

A silva azul simboliza os bordados azuis com motivos florais das camisas tradicionais do Traje à Vianesa.

Sou ilustradora etnográfica desde 2023 e sempre que há alguma ocasião de celebração de alguma instituição da cidade gosto de a homenagear da forma que melhor sei, através de uma ilustração.
É a minha forma de reconhecimento e muito me honra e emociona a forma como a Força Aérea Portuguesa valorizou e estimo esta obra.

A obra foi entregue num momento informal de convívio na Tasca D’Alice, um local que frequento  e com o qual tenho uma grande ligação afetiva desde sempre.
O General Sério Pereira foi de uma simpatia e amabilidade extremas, muito empático e atento a toda a minha explicação sobre a ilustração e a nossa vivência tradicional, tendo exprimido o seu enorme apreço por esta demonstração de gratidão de todas as mulheres de Viana, na minha pessoa, à Força Aérea Portuguesa.

Muito obrigada pelo carinho e apreço pelo meu trabalho, o que muito me honra e incentiva a continuar a acompanhar a Força Aérea Portuguesa procurando dignificá-la através do meu humilde trabalho artístico.”

Biografia da Professora Teresa Silva

Teresa Silva nasceu em 1979 em Viana do Castelo, onde reside.
Licenciou-se no curso de Professores do Ensino Básico variante de Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação do IPVC em Viana do Castelo em 2005.
Lecionou EVT e Expressão Plástica na Região Autónoma dos Açores e atualmente é professora de Artes Visuais no  no Colégio do Minho em Viana do Castelo.
Possui Carta de Artesã na fabricação de Bordado Tradicional de Viana do Castelo desde 2011.
Dedica-se desde 2023, de forma apaixonada, à ilustração da etnografia do Alto Minho, com recurso a marcadores e lápis aquareláveis sobre papel de alta gramagem, inspirada na obra dos artistas vianenses Manuel Couto Viana, Araújo Soares e Carolino Ramos. O propósito é contribuir para a preservação ilustrada dos trajes, com base em registos fotográficos do inicio do séc XX e da pesquisa e recolha visual, oral e escrita.

Tem fascínio por arte sacra e pela conservação e restauro do património arquitetónico e artístico vianense.
Participa desde a infância na Romaria da Senhora D’Agonia no Desfile da Mordomia e Cortejo Histórico/Etnográfico e tem particular afeto pelos trajes de Morgada de Cerimónia, relembrando a tradição da família materna.
A convite da Viana Festas, realizou ilustrações sobre os trajes do Desfile da Mordomia da Romaria 2025  que foram compiladas num desdobrável.
Em 2025 executou uma ilustração referente aos 149º Aniversário do Comando Distrital da PSP de Viana do Castelo, tendo esta sido entregue pessoalmente à Superintendente Comandante Maria dos Anjos Pereira e obra integrante do livro comemorativo dos 150 anos desta Instituição.

Participou na 17ª edição dos Contornos da Palavra 2026 a convite da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo com a realização da oficina de Ilustração “Ilustração a Duas Mãos”.
Dinamizou em Maio de 2026 um Workshop de Ilustração Etnográfica na Unidade Curricular de Desenho II do Curso de Design de Ambientes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Realizou a ilustração para o cartaz das Festas de Santa Cristina e Santo António de Afife 2026, Viana do Castelo.
Elaborou em Julho de 2026 uma ilustração alusiva às Comemorações do 74º Aniversário da Força Aérea Portuguesa em Viana do Castelo, obra que foi oferecida em mãos ao Chefe de Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, o General Sérgio Pereira.
Está a trabalhar na publicação em livro das suas ilustrações e vivências pessoais, influenciadas pela etnografia, tradição e folclore, bem como das pessoas que marcaram a sua vida pessoal e artística, nomeadamente ilustres vianenses e o seu pai. Em outubro fará uma exposição de todo o seu trabalho de ilustração, que terá lugar na Oficina Cultural do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

11 de julho – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1946 É ativada a BA4 na Ilha Terceira – Açores – e assinada a primeira Ordem de Serviço.

1946 – A Esquadrilha Independente de Aviação de Caça nº1 passou a estar aquartela na BA3 em Tancos (Declaração OE 6 1ª Série de 15 de outubro).

1951 – Entra em vigor as marcas e numeração de matrícula de aeronaves. As marcas passam a ser a Cruz de Cristo vazada ao centro, sobreposta a um círculo branco inserida na fuselagem e asas, e a Bandeira Nacional sem escudo na cauda. A numeração é definida pela Portaria 13.602, a qual foi posteriormente adotada pela Força Aérea quando iniciou atividade em 1952. Na altura o “número de cauda” passou a ser constituído por quatro algarismos (agora são cinco) cujo primeiro dígito (atualmente o segundo dígito) correspondia ao tipo de aeronave. Assim:

1 – Monomotor de instrução (em 1994 passou a ser também para moto-planadores)

2 – Plurimotor de instrução

3 – Informação/Observação (em 1994 passou a ser também aviões de Ligação)

4 – Caça ou antissubmarino com motor de explosão (em 1994 caiu a especificidade de motor de explosão e incluiu bombardeiros)

5 – Caça com motor de reação (em 1994 passou a ser caças e caças bombardeiros)

6 – Transporte

7 – Busca e Salvamento/ Bombardeiro com motor de explosão (em 1994 passou a ser para aviões de apoio e especiais)

8 – Reservado

9 – Diversos (em 1994 passou a ser para helicópteros)

Posteriormente, em 1994, foi introduzido o número de cauda “0” para planadores.

O segundo dígito de quatro indicava a marca e modelo de aeronave, e os terceiro e quarto dígitos eram a numeração sequencial das aeronaves.

1990 – É criado o Centro de Performance Humana da Força Aérea CPHFA (Despacho 21/90 do CEMFA OFA 1ª Série p. 486).

O massacre de Srebrenica

Em julho de 1995 o assunto mais sério que se debatia na ONU na ex-Jugoslávia (UNPROFOR) eram os acontecimentos de Srebrenica.

No início da guerra na Bósnia, em 1992, a pequena Cidade de Srebrenica estava dentro dos domínios da República Sérvia da Bósnia, e sob controlo das forças do Exército Sérvio (VRS). Posteriormente foi tomada pelo Exército (muçulmano) da Federação da República da Bósnia Herzegovina (ABiH), tornando-se num enclave muçulmano rodado por território dominado por sérvios. Srebrenica era um dos três enclaves muçulmanos (Gorazde, Zepa e Srebrenica) dentro de território Sérvio, e sabia-se que o ABiH queria unir essas localidades a Sarajevo e a Tuzla. Não conseguindo atingir o seu objetivo pela força militar, o ABiH deixou as populações que habitavam nessas localidades aos cuidados do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR) que tentava mitigar as restrições de cidades sitiadas em termos do apoio de bens essenciais à sobrevivência. Em 1993 a situação era tão dramática que a ONU declarou Srebrenica como um santuário de proteção ONU (UN Safe Area), enviando capacetes azuis para o enclave.

Srebrenica – Foto de Miguel Machado

No início de 1995, a representação da ONU em Srebrenica passou a ser assegurada por um Batalhão Holandês, com a missão de proteger o enclave. Contudo, a presença desses militares era meramente simbólica, uma vez que estavam mal equipados para combate e nem sequer tinham Regras de Empenhamento (ROE), definidas superiormente na ONU, que os autorizassem a usar, se necessário, a “força letal” para proteger a população civil.

Entretanto, na vizinha Croácia, ocorreu algo que teve tremendas repercussões na Bósnia Herzegovina – a Operação Flash – e a conquista militar pelas Forças Armadas Croatas do Sector Sérvio da Krajina Oeste. Este evento teve como reflexo dois aspectos com impacto directo nas operações militares da Bósnia. Primeiro o conceito de invencibilidade Sérvia caiu por terra, encorajando os muçulmanos bósnios a acções mais temerosas contra os sérvios. Por outro lado, as populações sérvias dos outros sectores das Krajinas Croatas, receosas de terem o mesmo desfecho do Sector Oeste, começaram uma migração em massa para a Bósnia, incrementando exponencialmente a disponibilidade de mais combatentes para Exército Sérvio Bósnio, cujo principal problema era exactamente a falta de manpower.

A UNPROFOR começou a receber queixas da República Sérvia, reclamando uma tomada de atitude em relação a Srebrenica, uma vez que tinha sido considerada uma UN Safe Area, não devendo existir armas dentro do enclave. Contudo, as forças ABiH estavam a usar o enclave como ponto de refúgio e apoio para incursões sobre aldeias sérvias. A UN não tomou qualquer atitude para resolver as reclamações dos sérvios e o VRS começou a assediar o enclave.

No dia 1 de junho o Posto de Observação (OP) holandês – conhecido por OP “Echo” – foi tomado de assalto por militares sérvios, que expulsaram os militares holandeses da posição. Para admiração de todos na UNPROFOR, as Nações Unidas optaram por não responder com a força militar. De novo, os holandeses foram recordados que só em caso de legítima defesa é que poderiam usar a força bélica, sendo que um contra-ataque não validava o conceito de legítima defesa. A situação entrou numa espiral negativa e, no dia 8 de julho, os sérvios atacaram os holandeses num outro posto de observação – OP “Uniform”. Desta feita, encorajados pela ausência de reação da ONU um mês antes, os sérvios mantiveram como reféns vários capacetes azuis holandeses. No dia 9 de julho os sérvios entraram na Safe Area até às portas da Cidade de Sebrenica e, no dia 10 de julho, bombardearam a Cidade e as posições holandesas.

Os militares holandeses pediram apoio aéreo para legítima defesa, uma vez que não estavam equipados com armas que contrariassem um bombardeamento de artilharia. No entanto, a resposta aérea não aconteceu. Os militares holandeses ficaram indefesos à mercê das armas sérvias. No dia 11 de julho o VRS ocupou a Cidade, provocando um êxodo de 25 000 pessoas. O general Ratko Mladic trouxe um grupo paramilitar, de homens sem escrúpulos, auto denominado “os escorpiões”.

Símbolo do grupo paramilitar Sérvio – “Os Escorpiões”

Nesse dia, à tarde, dois aviões de combate da OTAN atacaram as posições sérvias. Mas já era tarde demais porque os sérvios estavam na cidade e tinham os holandeses nas suas mãos. O general Mladic – Comandante das forças VRS – ameaçou matar os reféns holandeses se os ataques aéreos da OTAN continuassem. Os residentes de Srebrenica acantonaram-se em volta das instalações militares dos holandeses, na esperança de não serem molestados em frente à ONU, mas de nada lhes valeu. Os militares VRS separaram os homens muçulmanos com idade de serviço militar – MAM – das suas famílias. Alguns foram executados no local e muitos outros foram levados para longe onde se lhes perdeu o rasto. Uma extensa coluna com milhares de civis marchou durante cinco dias em direção a Tuzla, tendo sido atacada pelo VRS durante todo o percurso. Às 17H00 do dia 16 de julho a coluna chegou a Tuzla, onde reportaram que entre 5 000 a 7 000 homens teriam sido sumariamente fuzilados pelo VRS e enterrados em valas comuns.

No dia 25 de julho, o VRS repetiu impunemente em Zepa o que tinha feito em Sebrenica.

Srebrenica foi considerado o maior assassinato em massa da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. O juiz Fouad Riad, em novembro de 1995, indiciou, no tribunal de crimes de guerra de Haia, o general sérvio Ratko Mladic de genocídio em Srebrenica. Segundo os relatórios em seu poder, havia evidências de uma “inimaginável selvageria”. Milhares de homens executados e enterrados em valas comuns; centenas de homens enterrados vivos; homens e mulheres mutilados e massacrados; crianças mortas diante das mães; um avô obrigado a comer o fígado de seu próprio neto; etc.

As forças holandesas foram injustamente criticadas por não terem protegido os civis em Srebrenica. No entanto, a culpa foi da Comunidade Internacional, que não lhes deu as Regras de Empenhamento, o equipamento militar necessário, nem o apoio aéreo atempado que impedisse a entrada de Mladic na Cidade.

07JUL – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1955 – Nomeação do Major Kaúlza Oliveira de Arriaga para o cargo (que se encontrava vazio desde a sua instituição) de Subsecretário de Estado da Aeronáutica (Decreto 40250 DG 159 Série 1).

Por isso, hoje (07JUL2026) a AFAP irá promover uma tertúlia sobre o papel do General Kaúlza de Arriaga na estruturação e operação da Força Aérea Portuguesa.

Azul e Vermelho

As celebrações do 74º Aniversário da Força Aérea (2026) decorreram na cidade minhota de Viana do Castelo, durante a primeira semana do mês de julho.

Como já tem vindo a ser habitual, a interação entre os militares aeronáuticos e as populações locais revela elevados níveis de empatia. Os militares sorriem a tudo e todos, procuram mostrar o que fazem, e as audiências emocionam-se quando as esquadrilhas desfilam em parada, quer com “botas no asfalto”, quer com aeronaves no ar. “Quem ama cuida”, e estes militares amam o País de juraram defender, assim como o povo ama os seus militares!

Porém, este ano (2026) houve um detalhe que nos parece digno de registo, em que o “vermelho dos vestidos do Minho emparelhou com o azul da farda da Força Aérea”. Trata-se de uma artista plástica vienense que, durante mais de uma semana, apoiou os militares que montaram e desmontaram o evento, e que, no final, ofereceu ao próprio Chefe do Estado-Maior da FAP (General Sérgio Pereira) uma obra sua que ilustra esse desiderato.

Falo-vos da professora Teresa Silva, que se despediu da Força Aérea nos termos que publico em seguida:

Querida Força Aérea Portuguesa, entre amigos não há despedidas.

Assim como nos trajamos para a Romaria, a Princesa do Lima vestiu o seu melhor traje para te receber com toda a nossa alegria e “chieira”; vestiu o sol mais brilhante como o ouro, o mais verde tom de serra e monte e o azul mais intenso do mar que nos beija.

De mãos na anca, como é nosso costume, olhamos o céu procurando-te, com os olhos brilhantes de quem recebe alguém que faz o coração bater mais depressa e uma saudade que já existia antes de agora nos começar a invadir o peito.

Nos teus aviões trouxeste militares cheios de sorrisos que partilharam com todos os vianenses e uma forma de ser calorosa e respeitosa que nos tocou o coração.

Colocaste sorrisos no rosto das crianças extasiadas e de coração a bater forte ao ouvir os teus aviões, deste a primeira experiência de voar a centenas de pessoas, em cada convívio por entre os nossos petiscos e vinho verde brindaste à vida connosco.

Pus amor na ponta dos meus lápis e tentei mostrar-te que já estavas no nossos corações, na pele da tua farda que muitas mulheres de Viana usam para servir a Pátria.

O teu azul e o nosso vermelho vivo são inseparáveis na nossa identidade.

Tornaste-te parte de nós, talvez em forma de mulher, como Viana o é. Robusta, meiga, briosa e inesquecível.

Nestes dias se bordou no céu e no mar uma história de amor que Viana borda como ninguém. Voaste no Coração de Viana e leva-lo nas tuas asas. Nós levamos-te no coração de ouro que orgulhosamente usamos ao peito na Romaria.

E assim como as nossas mulheres da Ribeira, de lágrimas nos olhos e coração saudoso, olham o infinito do mar esperando os maridos embarcados, assim nós ficamos de olhos no céu esperando-te.

Sim, porque tu vais voltar.

Com amor, até breve 💙✈️

Teresa Silva”

Agora digam lá se não é verdade: – “Quem ama cuida” ?

05JUL – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1926 – Publicação das bases de organização do Exército Português, onde estavam previstos o Conselho Superior de Aeronáutica e a Direção da Arma de Aeronáutica (Decreto-Lei 12017 DG 167 Série 1).

1975 – É extinto o Regimento de Caçadores Paraquedistas, sendo criado, na dependência do CEMFA, o Corpo de Tropas Paraquedistas, constituído por um Comando do Corpo (CTP), uma Base Escola de Tropas Paraquedistas (BETP), e três Bases Operacionais (BOTP1, BOTP2, BOTP3). O CTP seria comandado por um oficial General paraquedista (Decreto-Lei 350/75 DG 153, Série 1).

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