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Meu primeiro post no blog

Era uma vez …

Era uma vez um jovem que adorava aviões e tudo o que se relacionava com o mundo aeronáutico. Ninguém estranhou que, quando atingiu a idade e as habilitações académicas necessárias, esse jovem se tenha voluntariado para ingressar na Força Aérea Portuguesa.

Cerca de 39 anos depois, com o posto de Coronel, ainda jovem no espírito mas carregado de inúmeras experiências impares, o veterano deu lugar aos mais novos e retirou-se para escrever as histórias da sua veteranice.

Chegou a minha altura em que “a pena é mais poderosa do que a espada”.

Até muito breve … obrigado

Chegou a altura em que a pena é mais poderosa do que a espada

28 de abril: Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1970 – A Secretaria de Estado da Aeronáutica tem autorização para ceder ao Fundo de Turismo parte das instalações e do material existente Planalto da Torra, utilizados pelo Grupo de Deteção Alerta e Conduta de Interseção nr. 13 (Lei 3/70 DG 99 Série 1).

1978 – É criada a Esquadra 701 – “Para que outros vivam” – equipada com helicópteros Puma SA-330.

#forcaaerea

27 de abril – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1910 – O que viria a ser considerado o primeiro voo ocorrido em Portugal, foi realizado pelo francês Julien Monet, no hipódromo de Belém, num “Bleriot XI”. Contudo, já antes teria havido alguma atividade aérea em Lisboa, mas que não foi oficialmente levada em consideração.

1971 – É definida a área confinante com as instalações do DGAFA, no Lumiar (atual Hospital das Forças Armadas), que fica sujeita a servidão militar (Decreto 168/71 DG 98 Série 1).

1974 – Passa a valer como lei que a competência atribuída aos titulares dos departamentos militares seja exercida pelos respetivos Chefes do Estado-Maior (Decreto-Lei 174/74 DG 99 Série 1).

1976 – É nomeada a Comissão Coordenadora de Extinção da 2ª Região Aérea (Angola) )(despacho 15/76 do CEMFA AO 1ª Série p. 475).

1978 – É desativada a Base Aérea nº 7 e criado o Aeródromo de Manobra nº 2 (São Jacinto – Aveiro) na dependência direta do Comando da 1ª Região Aérea (Despacho 18/78 do CEMFA AO 1ª Série p. 371). Esta Unidade militar tem como característica ter serviço os três Ramos das Forças Armadas em alturas diferentes da sua história.

#forcaaerea

Assim, parece que a NATO não tem ponta por onde se lhe pegue

Uma equipa de futebol não serve para entrar num campeonato de basquetebol. Quando a NATO não consegue explicar a “alguns” aliados que é uma Aliança de DEFESA dos territórios dos países signatários, e não uma coligação expedicionária para intervenções militares em todo o Mundo, então as audiências começam a considerar que a NATO “Não tem ponta por onde se lhe pegue”!

Outra coisa são as “Coligações das Vontades”, quando, após consultas entre os países da NATO, alguns (ou todos) os aliados concordam (antecipadamente) em fazer uma operação militar, sem que isso seja uma operação da NATO (como foram, por exemplo, os casos do Iraque e da Líbia), mesmo que sejam empregues capacidades da NATO.

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