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Meu primeiro post no blog

Era uma vez …

Era uma vez um jovem que adorava aviões e tudo o que se relacionava com o mundo aeronáutico. Ninguém estranhou que, quando atingiu a idade e as habilitações académicas necessárias, esse jovem se tenha voluntariado para ingressar na Força Aérea Portuguesa.

Cerca de 39 anos depois, com o posto de Coronel, ainda jovem no espírito mas carregado de inúmeras experiências impares, o veterano deu lugar aos mais novos e retirou-se para escrever as histórias da sua veteranice.

Chegou a minha altura em que “a pena é mais poderosa do que a espada”.

Até muito breve … obrigado

Chegou a altura em que a pena é mais poderosa do que a espada

Exército ressuscita a componente aérea orgânica.

O Exército Português vai adquirir três (3) helicópteros Black Hawk, para o seu Projeto de Helicópteros de Apoio, Proteção e Evacuação (HAPE).

O acordo relativo ao contrato de aquisição dos três UH-60 oficializou-se numa cerimónia que ocorreu no dia 2 de julho 2026, em Miami, nos Estados Unidos da América, tendo o mesmo sido assinado entre a NATO Support and Procurement Agency (NSPA) e a empresa Sahar Group.

 Este programa foi incluído pelo Exército na Lei de Programação Militar de 2023, mas só em 2024 é que foi aprovada a despesa e em 2025 foi lançado o concurso na NSPA que agora se concretizou.

02 JUL – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1973 – É ativado e publicada a primeira Ordem de Serviço do Depósito Geral de Adidos da Força Aérea – nos Paços do Lumiar.

1979 – Monsenhor José Agostinho Moita (Vigário Castrense) apresentou em nome de Dom António Ribeiro (Cardeal de Lisboa e Bispo para os Militares Portugueses) o documento que cede à Força Aérea Portuguesa o uso da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em São Domingos de Benfica. O Padre Manuel Batista Gonçalves Pedro (Capelão-Chefe da FAP) torna-se assim no primeiro Reitor da Igreja da Força Aérea Portuguesa.

43º Aniversário da Associação da Força Aérea Portuguesa – AFAP

01 de julho de 1983 – É criada a Associação da Força Aérea Portuguesa, cuja missão é promover o convívio, a solidariedade e o apoio social, cultural e recreativo entre os seus associados — militares e ex-militares, bem como civis que partilham do interesse pela aviação e pelas Forças Armadas.

74º Aniversário da FAP 01JUL26

1952 – A Força Aérea torna-se um Ramo independente nas Forças Armadas Portuguesas (Decreto-Lei 2.055 de 27 de maio de 1952).

Nesta data foi constituído o Subsecretariado de Estado da Aeronáutica (COR. Fernando dos Santos Costa), tendo como conselheiro o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea. O Subsecretario tem sob sua supervisão a Direção Geral (liderada pelo CEMFA), e o Conselho Superior de Aeronáutica. Na altura a denominação do Ramo era “Forças Aéreas” (plural) e o Comando Geral das Forças Aéreas estava na dependência do CEMFA (por intermédio da Direção Geral de Aeronáutica), que exercia o comando e controlo sobre as Forças Aéreas para Operações Independentes; as Forças Aéreas de Cooperação; as Unidades e centros de instrução; as OGMA e o DGMA. Todas as unidades com cariz aeronáutico do Ministério do Exército e do Comando Superior das Forças Aéreas da Armada, transitaram para o Subsecretariado de Estado da Aeronáutica e colocados sob a gestão do CEMFA (Decreto-Lei 38805 DG 143 Série 1 de 28-5-1952).

30 de junho – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1975 – É criado o Centro de Instrução nº 10 a funcionar na Direção do Serviço de informática da FA para instrução e especialização de pessoal de mecanografia e estatística (Portaria 400/75 DG 148 Série 1).

1975 – A Direção dos Serviços de Infraestruturas da Força Aérea é autorizada a celebrar contactos com vista à construção de um novo Aeródromo-Base nº1 (Decreto-Lei 329 M/75 DG 148 6º Suplemento Série 1).

1992 – É criado em regime de instalação o Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, com sede nas instalações da BA2. São desativados a Base Aérea nr2 e o Centro de Instrução nº2 (Despacho 26/92 do CEMFA de 11 de junho OFA 1ª Série p. 429).

FAP – Unindo portugueses a Portugal!

No dia 29 de junho, uma aeronave KC-390 transportou cidadãos nacionais afetados pelo sismo da Venezuela, de regresso a Portugal.

Contas feitas, desde o fim da Guerra Fria (1991), a FAP aprontou e destacou aeronaves e militares (botas no terreno) para operarem em cerca de 70% do Planeta, cobrindo mares internacionais e territórios de mais de 50 países, em cerca de 233 missões humanitárias, de apoio à paz e/ou de resolução de crises. Portugal voou nas asas da sua Força Aérea dezenas de milhar de horas, participando em operações bilaterais (ex. CPLP), da OTAN-NATO, da UE, da UEO, da OSCE, e da ONU.

29 de junho – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1916 – São estabelecidos os distintivos a serem usados pelos militares do Exército a cumprir serviço na Aeronáutica Militar (Decreto 2485 DG 130 Série 1).

1935 – As Praças da Arma Aeronáutica, de Pré, Mecânicos e ajudantes de mecânico, quando possuírem habilitações suficientes, passam a poder desempenhar funções de piloto e metralhador-bombardeiro. Passa também a haver o Quadro de Mecânico Especializado Piloto Aviador (Decreto 25553 DG 147 Série 1).

1918 – Criação do Serviço de Aeronáutica Militar que compreenderá a Direção de Aeronáutica Militar, a Comissão Técnica de Aeronáutica Militar, a Escola Militar de Aviação, a Escola Militar de Aerostação, as Tropas Aeronáuticas e o Parque de Material Aeronáutico (Decreto 4529 DG 183 Série 1).

1927 – Impondo-se a necessidade de realizar economias no orçamento do Ministério da Guerra sem diminuir a eficácia do Exército foi decretada a reorganização do Ramo. Assim, a Arma de Aeronáutica – em tempo de paz – passou a compreender a Direção da Arma Aeronáutica, a Inspeção Aeronáutica Militar, a Aviação Militar, a Aerostação Militar, a Defesa contra Aeronaves, as escolas e cursos de aeronáutica os Serviços de Aeronáutica e os depósitos de aeronáutica. A Aviação Militar passou a ter um Regimento de Aviação de Proteção e Combate a dois grupos incluindo a caça; um Regimento de Aviação de Bombardeamento a dois grupos; dois grupos de aviação de informação e uma esquadrilha de aviação de treino e depósito. A Aerostação Militar passou a ser um Batalhão de Aerosteiros a três companhias. Os Serviços compreendem o Serviço de Engenharia Aeronáutica que comporta o Serviço de Transmissões Privativas da Aeronáutica, o Serviço Meteorológico e o Serviço de Construções e Aeronáutica; o Serviço de Saúde; os Serviços Administrativos e o Serviço de Obras Militares (decreto 1381 DG 135 Série 1).

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