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Meu primeiro post no blog

Era uma vez …

Era uma vez um jovem que adorava aviões e tudo o que se relacionava com o mundo aeronáutico. Ninguém estranhou que, quando atingiu a idade e as habilitações académicas necessárias, esse jovem se tenha voluntariado para ingressar na Força Aérea Portuguesa.

Cerca de 39 anos depois, com o posto de Coronel, ainda jovem no espírito mas carregado de inúmeras experiências impares, o veterano deu lugar aos mais novos e retirou-se para escrever as histórias da sua veteranice.

Chegou a minha altura em que “a pena é mais poderosa do que a espada”.

Até muito breve … obrigado

Chegou a altura em que a pena é mais poderosa do que a espada

02NOV – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1978 – É extinto o Comando da Primeira Região Aérea.

1978 – É criado o Comando Aéreo Nacional, sendo o CEMFA o seu Comandante. Na dependência ficaria o Comando Operacional da Força Aérea (COFA) em substituição do Comando da Primeira Região Aérea (Decreto-Lei 317/78 DR n. 252 Série 1).

43º Aniversário da Associação da Força Aérea Portuguesa – AFAP

Decorreu nas instalações da AFAP (Av. Almirante Gago Coutinho nr. 129 – Lisboa) a celebração do 43º aniversário desta associação. DE assinalar a presença do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, que reconheceu na Associação uma forma de manter o cordão umbilical entre as pessoas que já foram, que são, ou queiram vir a ser da Força Aérea e aquele Ramo das Forças Armadas. Essa ação social da AFAP é algo que o General Sérgio Pereira aprecia, e considera importante, uma vez que reconhece na associação o potencial de unir gerações e apoiar os que mais necessitam.

De seguida, procedeu-se à entrega de diplomas dos 10 ano e dos 25 anos de associado, a vários elementos que se encontravam presentes, os presentes representaram as várias dezenas de associados que qualificaram para receber os citados diplomas (os diplomas de quem não estava presente serão agora enviados para as respetivas moradas).

Em seguida, decorreu uma palestra sobre aeronaves beligerantes que aterraram ou caíram em Portugal durante a II Guerra Mundial, proferida pelo jornalista e investigador Carlos Guerreiro. Durante a sessão foram abordados episódios relacionados com as cerca de 120 aeronaves e mais de 600 aviadores dos países beligerantes que, por diferentes motivos, terminaram os seus voos em território nacional. A neutralidade portuguesa não impediu que o país fosse palco de diversas ocorrências relacionadas com o conflito, envolvendo aeronaves militares estrangeiras e as suas tripulações. Estes acontecimentos constituem um importante capítulo da história da aviação em Portugal, permitindo compreender as repercussões da guerra no espaço aéreo nacional.

O tema abordado está diretamente relacionado com a investigação de Carlos Guerreiro publicada na obra “Aterrem em Portugal!”. Publicado em 2008, este livro está há muito esgotado e Carlos Guerreiro angariou muito mais informação relacionada com essa temática, pelo que se abordou a possibilidade de uma futura reedição, à qual a AFAP não estará apartada, uma vez que o atual livro constitui um contributo para a preservação da memória histórica da aviação em território português, recuperando episódios que ajudam a compreender a dimensão internacional do conflito e a sua ligação a Portugal. Carlos Guerreiro criou o portal Portugal1939-1945.org, disponível em português e inglês, onde continua a divulgar artigos e conteúdos dedicados a esta temática.

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01NOV – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1930 – Parte da Amadora o primeiro voo para a India Portuguesa – Goa. A bordo de uma aeronave “Havilland Puss-Moth”, os pilotos, capitão Moreira Cardoso e o tenente Sarmento Pimentel rumaram a sul, tendo sido escoltados inicialmente por dois “Vickers” da Aeronáutica Militar. A viagem foi custeada pelos próprios, com o patrocínio de entidades privadas. No dia 18 de novembro o avião aterrou no aeródromo de Diu, e no dia seguinte, foi a chegada triunfal a Goa. O avião foi depois oferecido pelos aviadores à autarquia de Goa.

E já este sábado 31OUT

É já este sábado 31 de outubro que a Associação da Força Aérea irá celebrar os seus 43 anos. Nessa ocasião. o jornalista e investigador Carlos Guerreiro irá palestrar acerc das aeronaves beligerantes da Segunda Guerra Mundial que caíram, ou aterraram, em Portugal. Muitas delas foram posteriormente incorporadas na Aeronáutica Militar de Portugal (uma das antecessoras da Força Aérea).

Dia Mundial do Controlador de tráfego Aéreo

Celebra-se hoje, 20 de outubro, o Dia Mundial do Controlador de Tráfego Aéreo. Na Força Aérea Portuguesa, essa especialidade designa-se Técnico (Oficiais) e Operador (Sargentos) de Circulação Aérea e Radar de Tráfego (TOCART e OPCART).

(a imagem diz respeito ao antigo Centro de Controlo e Coordenação de Voo Militar – CCIVM – no Comando Operacional da Força Aérea, em 1982).

A ideia de homenagear internacionalmente esta especialidade surgiu após o primeiro encontro mundial de controladores. O evento aconteceu na Grécia, no dia 20 de outubro de 1960. A partir desse ano, a data se tornou referência para os Controladores de Tráfego Aéreo.

O que faz um Controlador de Tráfego Aéreo?

Esses profissionais (civis e/ou militares) trabalham em torres de controle de aeródromos, nos Centros de Controle e nos Centros de Controle de Tráfego Aéreo, buscando garantir a segurança, a fluidez e a ordenação da navegação aérea. Uma das características dos controladores aéreos está no tempo que têm disponível para a tomada de decisão – regra geral são os segundos que contam, não as horas ou os minutos.

18OUT – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1932 – É apresentado nas OGMA um Avro 631 Cadet para uma possível aquisição por Portugal de uma frota e aeronaves de instrução. Portugal optou pelo DH-82 Tiger Moth, mas o Avro Cadet nunca regressou a Inglaterra e ficou guardado. Está neste momento exposto no Museu do Ar (Sintra) sendo uma das muito poucas unidades no mundo inteiro deste tipo de aeronave.

2011 – Por Despacho do CEMFA (de setembro) É desativada a frota C-212 Aviocar, assim como a Esquadra 401 (Despacho 35/2011 do CEMFA).

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