Era uma vez um jovem que adorava aviões e tudo o que se relacionava com o mundo aeronáutico. Ninguém estranhou que, quando atingiu a idade e as habilitações académicas necessárias, esse jovem se tenha voluntariado para ingressar na Força Aérea Portuguesa.
Cerca de 39 anos depois, com o posto de Coronel, ainda jovem no espírito mas carregado de inúmeras experiências impares, o veterano deu lugar aos mais novos e retirou-se para escrever as histórias da sua veteranice.
Chegou a minha altura em que “a pena é mais poderosa do que a espada”.
Até muito breve … obrigado
Chegou a altura em que a pena é mais poderosa do que a espada
After the end of the deadliest military conflict in Europe since World War II, the author unveils his mission diary regarding the UN Protection Force for Bosnia Herzegovina. Taking the role of a narrator he creates a character – Captain Alex – who personifies the author’s multiple field experiences, recounting the true story of the last year (1995) of the war in the Balkans.In an environment of suspicion and espionage, Captain Alex leads a Team of UN Military Observers tasked to survey the No Fly Zone. Operating from Yugoslavia, Alex reports dozens of violations to the UN Resolutions. He then suffers the hardship of the war in Croatia and Bosnia. He witnesses in loco the Croatian military offensive to regain the full sovereignty of their territory and redeploys to Bosnia where he undergoes all the major events leading to the Dayton Peace Agreements.This book portrays the life of a UN Military Observer, striving to accomplish his Peacekeeper mission in a territory devastated by an ongoing war. Although not exempt of serious dangers, the life of a Peacekeeper is an experience full of adventure, compassion and camaraderie, which fulfills the sensation of “having done something worthwhile”.
1915 – É publicada a abertura de um concurso para seis oficiais do Exército ou da Armada serem enviados ao estrangeiro para uma escola de aviação, a fim de receberem a “carta de piloto internacional”. Estes oficiais tinham de ter pelo menos 30 anos de idade, e comprometerem-se a cumprir missão na Serviço de Aeronáutica Militar durante no mínimo de dois anos. Uma das condições era o reembolso da verba gasta pelo Estado, caso o candidato não conseguisse obter o seu brevet.
1943 – Durante a Segunda Guerra Mundial, apesar da neutralidade declarada de Salazar, os portugueses e os britânicos assinaram um acordo que concedia instalações no Porto da Horta e direitos aéreos no Campo das Lajes na Ilha Terceira. A ocupação começou com os ingleses, mas Salazar estendeu ainda mais o acordo para incluir os americanos, sob a condição de que mantivessem discrição e colaborassem ao lado dos britânicos. Os americanos também iniciaram as suas próprias negociações, usando a Pan American Airways como estratégia para garantir instalações aéreas na Ilha Terceira e iniciar a construção de um novo aeroporto na Ilha Santa Maria. Disfarçado como um acordo aéreo comercial, os americanos estabeleceram clandestinamente uma nova base em Santa Maria em apenas seis meses.
Acabámos de saber que as Forças Armadas Iranianas oferecem 30.000 US Dólares por cada militar US morto ou aprisionado pelos iranianos. Mantem-se assim a tradição daquela região do Mundo, com a Jihad financeira a patrocinar as recompensas financeiras por cada militar ocidental eliminado. Contudo, verificamos que em 2014, ali ao lado, no Afeganistão, os Taliban pagavam por cada cabeça de militares ocidentais era 20.000 US Dólares, pelo que Jihad financeira que patrocina a região assumiu uma inflação de cerca de 5% ao ano.
A cultura portuguesa vista no prisma das contribuições dos muitos autores nos mais variados estilos literários ao longo dos séculos. Um livro muito interessante, mas não necessariamente fácil de se ler. Requer concentração para absorver a informação enciclopédica que o autor quer partilhar com o leitor. Mas no final ficamos a entender o “porquê” de certas coisas muito nossas.
1918 – É criado o Parque de Material Aeronáutico em Alverca (posteriormente publicado em Ordem de Serviço do Exército nº 18 de 26Set).
1936 – É dada autorização para o Ministério da Guerra iniciar os contactos e contratos para a construção de um hangar para aeronaves na Base Aérea de Sintra (Decreto 26932 DG 200 Série 1).
1938 – De modo a harmonizar o disposto no Decreto-Lei 27059 de 1936, a Aeronáutica Naval passou a compreender as Forças Aéreas da Armada, os órgãos de comando e direção e pessoal navegante dessas especialidades. As Forças Aéreas da Armada compreendiam forças permanente e forças de reserva, com a missão de proteger as vias de comunicação marítima contra-ataques aéreos ou navais; proteção e defesa só ou com a colaboração da Aeronáutica Militar (Exército) das costas e bases navais; cooperação com as forças navais e as artilharias de defesa da costa e antiaérea e cooperação com o Exército e a Armada onde as condições ditem a preferência pelo emprego da aviação naval. As esquadrilhas seriam compostas por seis a doze aviões do mesmo tipo, que no caso de serem plurimotores seriam três a cinco, e formavam um Grupo de Esquadrilhas. As unidades de aviação seriam os Postos de Aviação Naval e a Escola de Aviação Naval Almirante Gago Coutinho (Decreto-Lei 28922 DG 189 Série 1).
1967 – É assinada a primeira Ordem de Serviço da Base Aérea de Beja – BA11 – onde se lê “É desde hoje activada a BA-11”.
1961 a Força Aérea efetuou o destacamento de oito F-86F da Base de Monte Real para a Guiné-Bissau denominando-se este movimento de “Operação Atlas”. Até 1964 as missões operacionais sucederam-se, num total de 577, consolidando conhecimento e atenuando a ameaça que constituía a utilização dos Mig-15 e Mig-17 pela Guiné-Conakri contra a Guiné Portuguesa.
No meio de toda esta polémica do estreito de Ormuz vale sempre a pena recordar até que ponto os interesses daqueles que dominam os combustíveis fósseis dominam o Mundo.
Aquartelamento AK-47 – Uma boa obra de ficção sobre a guerra do Ultramar Português, baseada em histórias reais, entrevistas e muita experiência pessoal do autor na matéria.
06 de agosto de 1945 – O Mundo entrou na época atómica, quando, durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos da América bombardearam o Japão com uma bomba de de fissão de plutónio, lançada sobre Hiroshima por um B-29 (Enola Gay).
Na primeira bomba (Little Boy) o Japão não se rendeu, mas a 9 de agosto lançaram uma segunda bomba (Fat Man) sobre Nagasaki e aí sim, o Japão capitulou.