06 de agosto de 1945 – O Mundo entrou na época atómica, quando, durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos da América bombardearam o Japão com uma bomba de de fissão de plutónio, lançada sobre Hiroshima por um B-29 (Enola Gay).
Na primeira bomba (Little Boy) o Japão não se rendeu, mas a 9 de agosto lançaram uma segunda bomba (Fat Man) sobre Nagasaki e aí sim, o Japão capitulou.
2008 – É determinado que, a partir de 24 de setembro de 2008, a Esquadra 752(Pumas SA-330) seria (re)ativada nos Açores BA4 com quatro aeronaves, por um período de 18 a 24 meses (Decreto 32/2008 do CEMFA). Dava-se inicio à Operação Fênix recuperando 4 Pumas que tinham sido recentemente abatidos ao efetivo.
Atualmente a Esquadra 752 está ativa e equipada com helicópteros EH-101 Merlin.
1944 – Devido à condição de emergência introduzida pela Segunda Guerra Mundial, é constituído um Grupo supranumerário de aviação de caça a três esquadrilhas na BA2 e uma esquadrilha independente de caça no Aeródromo de Espinho e uma unidade de caça expedicionário nos Açores (Portaria 10711 DG 155 Série 1).
1916 –Realização do primeiro voo na Escola de Aeronáutica Militar (V. N. da Rainha) que foi igualmente o primeiro voo militar em Portugal – um Deperdussin Type B pilotado pelo Capitão Santos Leite.
No dia 16 de julho de 2026 o Núcleo do Seixal da Liga dos Combatentes visitou o “Real Edifício de Mafra”, conhecido (incorretamente como “Convento de Mafra”. Este “mega” edifício – um dos maiores da Europa para a época (Séc. XVII) concentra numa única estrutura quatro elementos: Uma Basílica feita à luz e sob inspiração do Vaticano; dois palácios reais (um para o Rei – D. João V – à esquerda da Basílica e outro para a Rainha – Da. Maria Ana de Áustria – à direita da mesma); e um convento para 300 frades a fechar o polígono da parte de trás. Inicialmente prometido para apenas 17 monges para cumprir a promessa do Rei D. João V se fosse agraciado com divina de ter um filho, o projeto foi crescendo para um complexo considerado uma obra-prima do barroco, património da UNESCO, que tem mais de 3.000 salas, quartos e salões, com mais de 5.500 janelas e portas, tendo sobrevivido com meras rachas numa escadaria (ainda visíveis) ao terramoto de 1755.
O Rei D. João V (1707-1750) foi um dos quatro governantes portugueses que lideraram o País por mais de 40 anos (D. Afonso Henriques, D. Diniz, D. João V e Dr. Oliveira Salazar), colocou a primeira pedra do edifício no dia 17 de novembro de 1717, tendo assistido à sagração do mesmo em 1730.
Na parte militar – Escola das Armas do Exército – visitamos espaços e recebemos explicações raramente acessíveis ao grande público, porque normalmente as visitas concentram-se nos dois palácios, na basílica, na biblioteca Real e no Museu da Música (espaços que também visitámos).
Muito se tem escrito sobre o fim da presença portuguesa em Angola. Mas, como é que foi a saída do último contingente militar português? Como é que foi o último arriar da Bandeira Nacional? O que é que aconteceu no primeiro dia da Angola independente? Esta e outras memórias são partilhadas neste livro de Carlos Duarte. Um contributo para a História que, aparentemente, não nos foi transmitida.
A família do General Kaúlza de Arriga decidiu ceder à AFAP – Associação da Força Aérea Portuguesa um conjunto de memorábilia do General, para ficar exposta na AFAP. Assim, no dia 7 de julho, a AFAP – Associação da Força Aérea Portuguesa promoveu uma tertúlia sobre o papel do General Kaúlza de Arriaga na estruturação da Força Aérea, após o que foi inaugurada a referida exposição. Falámos sobre os desafios que o General Kaúlza teve de superar para implementar a FAP como Ramo independente na Forças Armadas; da criação odos paraquedistas (e das enfermeiras paraquedistas) da Força Aérea; da Guerra do ULtramar e da forma como no prazo de um ano o Genral Kaúlza liderou a construção de 29 aeródromos e bases aéreas nas províncias ultramarinas; de diplomacia portuguesa em África; de curiosidades da personalidade do General Kaúlza (com quem trabalhou diretamente com ele); etc.
1979 – São aprovados os Acordos Luso-Alemães para a utilização da BA-11; à utilização da zona residencial de Beja (Cidade), da utilização do Campo de Tiro de Alcochete e armazenagem de munições na BA11. (Resolução 354/79 DR 290 Série 1).