O Conselho Nacional de Transição (CNT) da Guiné-Bissau acusou o Governo português de hostilizar as autoridades no poder naquele país PALOP e de praticar uma diplomacia de “conluios de corredor”. Isto porque o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal (Paulo Rangel) disse que Portugal tem falado “com algum recato” com parceiros lusófonos, sobretudo Angola e Brasil, para procurar que a Guiné-Bissau volte a ser uma democracia. O CNT guineense substituiu o parlamento guineense através de um golpe militar em novembro de 2025, assegurando desta forma que a Guiné-Bissau se mantem no top do ranking mundial dos países que mais golpes de Estado. Desde a sua declaração unilateral de independência (1973), a Guiné-Bissau já teve mais de uma dezena de Golpes de Estado, ou tentativas de Golpe de Estado.
Isto fez-me lembrar o estudo feito em parceria com o meu amigo Prof. Francisco Leandro sobre aquele País Africano de Língua Oficial Portuguesa.
1925 – Partida do primeiro voo entre a Amadora Guiné-Bissau
1952 – Entra em execução o Regulamento para Inspeção, Seleção e Exames Periódicos para Pilotos de Aeronáutica (Portaria 13904 DG 70 Série 1).
1958 – São definidas as designações e localizações referenciadas no Decreto-Lei 41492:
Na dependência do Diretor de Serviços de Recrutamento e Instrução ficou o Centro de Recrutamento nº 1 em Lisboa. A BA-1 (Sintra) ficou com a instrução básica de pilotagem e a Escola Militar Geral e Superior. A BA2 (Ota) ficou com a instrução complementar de aviões de caça e navegação de aviões pesados com a Escola de Técnicos e Especialistas. No AB2 (São Jacinto) ficou a instrução elementar de pilotagem e a Escola de Técnicos Especialistas. NA Dependência do Diretor do Serviço de Material ficou o Depósito Geral de Material da Força Aérea e as Oficinas Gerais de Aeronáuticas ambas em Alverca. Na dependência do Comandante da 1ª Região Aérea (Portugal Continental, Madeira e Cabo Verde) ficaram o GDACI (radares de defesa aérea); a BA2 com unidades de caça e caças bombardeiros; a BA6 (Montijo) com unidades de luta antissubmarina. O AB3 (Alverca) com unidades de transporte aéreo. O AB1 (Lisboa) com unidades de ligação e socorro, um Centro de Instrução e a Banda da FA. O AB4 (Ilha do Sal) Com apoio de aviões de transporte. Na Zona Aérea dos Açores o GDACI nº 2, e a BA4 (Lajes) com unidades de caças bombardeiros, antissubmarina e busca e salvamento (Portaria 16645, DG 64 Série 1).
Na dependência do Diretor da 2ª Região Aérea (Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe) BA7 (Nova Lisboa) com unidades de caça e caças bombardeiros e luta antissubmarina. O AB7 (Luanda) com unidades de ligação e transporte. O AB5 (Bissau) com apoio de aviões em transito. O AB6 (São Tomé) com apoio de aviões em transito.
Na dependência do Comandante da 3ª Região Aérea (Moçambique) ficou a BA8 (Lourenço Marques) com unidades de caça, de caça bombardeiros, luta antissubmarina, de ligação e transporte.
(Contudo, algumas unidades foram previstas, mas não foram implementadas e outras houve que foram implementadas sem terem sido previstas).
Este livro dá acesso a pequenas histórias absolutamente parvas, algumas serão mesmo desconcertantes, mas simultaneamente são reveladoras da cultura daquela zona do Mundo. Para se entender tem de ser ler nas entrelinhas e fazer uma interpretação satírica das palavras.
1919 – Foi decretada a expropriação de propriedades junto à povoação da Amadora (herdeiros da Condessa de Tomar e ao Conde de Gerês, entre outros) para receber o Corpo de Esquadrilhas de Aviação “República”. Nos terrenos que atualmente são a Academia Militar (Exército Português).
Ainda na senda dos trabalhos publicados (mapas e texto) em conjunto com os meus amigos (Professores) Leandro e Galan, sobre os países CPLP arquipelágicos, mais especificamente sobre Timor-Leste, em https://link.springer.com/book/10.1007/978-981-99-3382-2 recordo que Timor-Leste não só tem a Ilha de Ataúro como também o “exclave” de Oecussi Abeno, na parte indonésia da Ilha de Timor.
23 de março – Eventos históricos da aviação militar portuguesa: 1995 – É desativado o estatuto de “Base” à Base de Alfragide (BALFA) sendo ativado o Grupo de Apoio do Estado-Maior da Força Aérea (GAEMFA) que fica como depositário das tradições e património histórico da extinta BALFA (Despacho 21/95 do CEMFA OFA 1ª Série p. 368).
1921 – Juntamente com Sacadura Cabral, Manuel Ortins Bettencourt e Roger Soubiran, realiza a primeira viagem aérea Lisboa-Funchal numa preparação à Travessia Aérea do Atlântico Sul e do aperfeiçoamento dos métodos de navegação em desenvolvimento, ou seja, o sextante de horizonte artificial, ainda hoje conhecido como o “Sistema de Gago Coutinho” e o “plaqué do abatimento” (corretor de rumos).
Apresentação de livro na Associação da Força Aérea Portuguesa, no dia 30 de março, escrito pelo falecido Major António Lobato, um conceituado aviador que foi prisioneiro de guerra na Guerra do Ultramar.
1919 Foi dada autorização ao Governo para contrair junto da Caixa Geral de Depósitos um empréstimo de 1.800.000$00 (escudos) para montagem e organização dos serviços de aviação dos Açores (Decreto 5300, D.G. 60, Série 1 de 24 de março).
1931 – A Vila e o Concelho da “Aldeia Galega do Ribatejo” passaram a denominar-se “Montijo” (Declaração OE 3, 1ª Série de 20 de março).
1996 – É determinado que seja ativado o Centro de Operações Aéreas Alternativo COAA, situado em Montejunto, ocupando as instalações da Esquadra de Deteção e Conduta de Interseção nº 11, e qual era desativada nesta mesma data.
É determinado que seja ativada a Estação Radar nº1 ER1 em Foia; a Estacão Radar nº 2 ER2 em na Serra do Pilar (Paços de Ferreira) a qual ocupará as instalações da Esquadra de Deteção e Conduta de Interceção nº 12, a qual é desativada nessa mesma data (Despacho o3/96/A do CEMFA, OFA 1ª Série p. 12).