Estreitos, canais e pontos de estrangulamento ao tráfego marítimo estão na ordem do dia. Numa economia globalizada, os países ficam prisioneiros dos “caprichos situacionais” de certos jogadores do xadrez internacional, com sérias repercussões na comida em cima da mesa e/ou combustível no depósito para ir trabalhar.
Foi na perspectiva de uma solução que o Brasil propôs a criação do “Corredor Bioceânico”. Um percurso rodoviário e ferroviário, através da América do Sul, que ligasse o Pacífico ao Atlântico.

Mais uma contribuição para o livro “The Palgrave Handbook on Geopolitics of Brazil and the South Atlantic”.

