Timor-Leste, um pequeno mas promissor país Lusófono

Gostei de ver o Presidente de Timor-Leste na tomada de posse do nosso (novo) PR. Timor é realmente um país que se merece a si próprio, e gostei de ter participado no trabalho académico de avaliação desse jovem país lusófono.
Esta infografia deu luta, porque queríamos colocar lá dentro grande parte do que estava explicado detalhadamente no texto.
Obrigado aos meus amigos (Professores) Leandro e Galan, pela oportunidade de participar neste trabalho.

https://link.springer.com/book/10.1007/978-981-99-3382-2

#timor

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 8 de março

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 8 de março:
1980 – É aprovado o Hino da Força Aérea o qual deverá ser executado em cerimónias presididas pelo CEMFA (Portaria 92/80 DR 57 Série 1).

#forcaaerea

#aviacaoportuguesa

Faltam-nos os aviões B-26 e PV2-5

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 7 de março:

1975 – Na sequência do processo de descolonização são emitidas instruções para as unidades do Ultramar enviarem para a Metrópole tudo o que possa ter valor histórico (Despacho do CEMFA 3/75 AO Série 1 p. 356).

Infelizmente, não veio para a metrópole nenhum B-26 nem PV2-5 completos, pelo que não fazem parte do espólio do Museu do Ar.

#aviacaoportuguesa #forcaaerea

Eventos históricos da aviação portuguesa, neste dia 5 de março

1934 – O piloto civil Carlos Eduardo Bleck completou um dos voos solitários mais importantes dos anos 30 e assinado uma página brilhante de aviação portuguesa, unindo a Base Aérea de Sintra com Goa (India Portuguesa) tendo também aterrado em Damão e sobrevoado Diu. O avião, um “De Havilland DH. 80” com a matricula CP-AAA partiu de Sintra a 19 de fevereiro. A aeronave era um biplano equipado com um motor “Gipsy-Major” de 130 C.V, e foi o próprio Bleck que o trouxe de Inglaterra. O avião levou algumas transformações que lhe melhoraram o aerodinamismo. A 2.000 R.P.M., atingia uma velocidade de cruzeiro de 165 quilómetros/h (mais 6 Km/h que a versão original). No lugar da frente, foi colocado um depósito suplementar de gasolina que possibilitava voar mais de 9 horas ou percorrer uma distância de 1.500 quilómetros.

#aviacao #forcaaerea

Eventos históricos da aviação militar portuguesa neste dia 1 de março

1945 – É instalada, e fica operacional, a Esquadrilha Independente de Aviação de Caça no Aeródromo de Espinho (Declaração OE 2.1ª Série de 15 de março p. 40).

1953 – Data a partir da qual são constituídos o Comando-Geral das Forças Aéreas, Comando das Forças Aéreas Operacionais, e Comando de Instrução e Treino das Forças Aéreas , Base Aérea nº 1 (Sintra), para enquadramento da Escola Militar de Aviação, Base Aérea nº 2 (Ota) para um Grupo de Caça a três esquadrilhas, Base Aérea nº 3 (no Polígono Militar de Tancos), Base Aérea nº 4 (Lajes) para enquadramento de unidades de aviação pesada e unidades de caça, Base Aérea nº 5 (São Jacinto) para enquadramento de unidades de instrução elementar e operacional, Base Aérea nº 6 (Montijo) para enquadramento de unidades de cooperação aeronaval, Comando Central de Alerta (Lisboa), Aeródromo-Base nº 1 (Espinho) para esquadrilhas de alerta, Depósito Geral de Material Aeronáutico (Alverca) Serviços de Subsecretariado do Comando Geral (Av. Da Liberdade em Lisboa) (Poratria 14281, DG 40 Série 1 e 2 de março).

1983 – Data de ativação do Centro de Documentação e Informação da Força Aérea SDIFA (Despacho 6/83 do CEMFA OFA 1ª Série p 78).

#forcaaereaportuguesa

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora