Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 5 de fevereiro

1920 – É emitida a primeira Ordem de Serviço da Escola Militar de Aviação – EMA – na Granja do “Marquez”, assinada pelo Comandante – Major Carlos Ribeiro Alberto de Courtilis Cifka Duarte.

1992 – É concedida à Esquadra 552 da BA3 a Medalha de Ouro de Valor Militar (Despacho do Presidente da República 2/92 DR 30, 4ª Suplemento Série 1-A).

1994 – É extinto o Corpo de Tropas Paraquedistas. O diploma que decreta a extinção produz efeitos a partir de 1 de janeiro de 1994 (Decreto-Lei 27/94 DR 30 Série 1-A).

“Pés de barro”, um bom livro para se ler!

Muito bom. Nuno Duarte conseguiu um Romance histórico porque reporta com rigor a vida (desgraçada) da classe operária nos anos 60 e descreve as várias fases da construção da Ponte sobre o Tejo, Policial porque o enredo tem efetivamente casos de polícia; critica política ao antigo regime, porque aborda de forma crua a Guerra do Ultramar; e ficção porque deriva da parte histórica para uma (diria) distopia com a queda do regime. deixa o leitor a pensar – e depois? Gostei!

oplus_32

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 4 de fevereiro

Em 4 de fevereiro de 1961, um episódio de violência em Angola, marca o início da luta armada contra a presença colonial portuguesa em África, desencadeando a longa e sangrenta Guerra do Ultramar. O conflito prolongar-se-ia até 1975, porque, embora a Revolução do 25 de abril fosse em 1974, e as conversações para a atribuir independência a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau , Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estivessem em curso, em termos práticos as Forças Armadas Portuguesas continuaram a ter situações de combate (e baixas) ainda durante o ano de 1975.

A Força Aérea Portuguesa desdobrou-se em esforços, apoiando logisticamente e apoio aéreo próximo os três teatros de guerra (Angola, Guiné e Moçambique), naquilo que foi considerado uma campanha aérea percentualmente superior àquela que os Estados Unidos desenvolveram na guerra do Vietnam.

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 2 de fevereiro

1918 – Publicação do Regulamento dos Serviços de Aeronáutica Naval. Junto à Direção dos Serviços de Aeronáutica Naval funcionará o Conselho Técnico de Aeronáutica Naval. É prevista a existência de um centro de aerostação (Decreto 3815, D.G. 25, Série 1 de 8 de fevereiro).

1967 – São estabelecidos os efetivos de pessoal do Aeródromo de Trânsito nº2 em São Tomé (Portaria 22501 DG 28 Série 1).

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 31 de janeiro

1976 – É desativado o GDACI em Monsanto. Mantem-se em funcionamento com as mesmas missões a Esquadra 11 em Montejunto e a Esquadra 12 em Paços de Ferreira, passando ambas a depender do Comando da 1ª Região Aérea (Portaria 55/76 DG 26 Série 1).

1989 – Chega a Portugal (BA1 – Sintra) a primeira de 18 aeronaves TB-30 Epsilon vinda de França (Tarbes).

MEDEVAC na Guerra da Bósnia

Durante a Guerra da Bósnia (1992-95) foi imposta uma zona de exclusão aérea sobre aquele território. assim, qualquer voo sobre a Bósnia requeria uma autorização prévia ou seria abatido.

Quando era autorizado um voo de Evacuação Aéreo Médica (MEDEVAC), competia aos Observadores Militares da ONU (na missão das Nações Unidas na ex Jugoslávia – UNPROFOR), verificarem a correta execução das evacuações aéreas (médicas) das fações beligerantes. A ideia era verificarmos se eram mesmo MEDEVAC e não voos de apoio logístico aos combates.

Testemunhávamos o lado da guerra que não vem nos manuais, nem nos filmes; o sofrimento dos civis (homens, mulheres e crianças) feridos pelas ações de combate e pela “limpeza étnica”, e da brutalidade de milícias armadas com espírito tresloucado.

Eventos históricos da aviação militar portuguesa, neste dia 27 de janeiro

1920 – É aprovado e mandado pôr em execução o Plano de Uniformes para o Exército, com a Secção VII do Capítulo II dedicada a oficiais aviadores, e a Secção V do Capítulo III dedicada a sargentos e seus equiparados em serviço de aviação e o Capítulo V sobre emblemas. Aparece pela primeira vez a águia como distintivo de aviação (Decreto 6373 DG 21, Série 1).

1978 – Criação da Academia da Força Aérea Portuguesa (Decreto-Lei 27/8 DR 23 Suplemento Série 1).

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora