Tempo de antena para a guerra

O tempo de antena dedicado a cobrir conflitos armados está em alta. Especialmente para os que estão (aos ocidentais) mais próximos, ou que nos afetam diretamente, como são os casos do Irão e da Ucrânia. O caso não é novo, já tinha acontecido na guerra do Vietnam mas foi nos conflitos dos anos 90 que a coisa de incrementou, com o Iraque, a Bósnia, a Somália, etc. Apareceu o “efeito CNN” que define que os “media fazem com que os militares vão para a guerra e depois faz com que os militares venham da guerra”. A comunicação com as grandes massas assumiu-se como mais uma valência do arsenal militar. O único agregador de audiências com alguma capacidade de roubar tempo de antena às guerras, talvez seja o futebol!

Porém, com as novas tecnologias a imperarem, as guerras saíram das TVs familiares nas nossas salas de estar, e mudaram-se para os nossos telemoveis individuais. Os algoritmos zelam que tenhamos acesso permanente àquilo que gostamos de ver, e, mais preocupante, só àquilo que gostamos de ver e não àquilo que verdadeiramente nos interessa (ou devia interessar).

Os media proliferam e lutam entre si para atrair as mesmas audiências. Reportar coisas chocantes é mais importante do que informar.

O problema é que alguns decisores políticos de relevo e comentadores (ditos especialistas) tomaram-lhe o gosto, e “disparam verborreia” de forma cadenciada que não ajudam nada a separar os contentores.

Geopolítica – As características do território brasileiro

O Presidente Lula esteve em Washington e apresentou a Donald Trump um antigo acordo idealizado pelo Brasil e assinado pelo Brasil, a Turquia e o Irão, para a resolução das questões que atualmente estão em discussão com o Irão. Na altura não foi levado a sério pelos Estados Unidos, e nunca vigorou, porque (segundo Lula) tinha sido idealizado por um país do terceiro mundo e carecia da credibilidade da diplomacia USA.

Mas o Brasil está cada vez mais a ser um jogador internacional. O seu território é enorme, a sua população cresce em numero e qualificação, a sua economia floresce e a influência que poderá ter no grupo dos BRICS é muito relevante. Especialmente quando o “petrodólar” começa a ser questionado.

Neste mapa, que me deu particular gozo o a fazer, podemos ver os mais de oito milhões e meio de quilómetros quadrados e os quase onze mil quilómetros de linha de costa deste gigante Sul Americano. O livro mencionado explica bem o soft power que o Brasil já tem.

#brazil #cplp

10 de maio – Eventos históricos da aviação militar portuguesa

1919 – É criada a especialidade de Artífices Mecânicos de Aviação da Armada, na 5ª Brigada das Praças da Armada, num quadro constituído por um Sargento Ajudante e dez Primeiro/Segundo Sargentos (Decreto 5665 DG 98 3º Suplemento, Série 1).

1919 – É promulgado Prémio de 10 Contos de Reis para o primeiro aviador militar português ou brasileiro que fizer a travessia aérea do Atlântico Sul (Decreto 5787-MMM DG 98 Série 1).

1919 São fixadas as lotações da Direção dos Serviços de Aeronáutica Naval e dos Centros de Aviação de Aveiro, dos Açores e de Lisboa (Portaria 1778 DG 98 5º Suplemento Série 1).

1966 – É autorizada a construção no bairro residencial da BA-11 na Cidade de Beja, de um edifício destinado à “Casa Alemã” (Decreto 47000 DG 110 Série 1).

2012 – É determinado que o título de Membro Honorário da Ordem do Infante Dom Henrique com o qual a Esquadra 401 foi condecorada passe a integrar o património da Base Aérea n. 1. A condecoração transita para o estandarte da BA1 (Despacho 30/2012 do CEMFA).

Dia Internacional dos Capacetes Azuis

No dia 29 de maio, celebra-se em todo o Mundo o Dia Internacional dos Capacetes Azuis. Portugal não é excepção e até alarga o conceito às operações de Paz e Humanitárias (porque nem todas elas têm efetivamente capacetes azuis, mas estão dentro do conceito celebrado).

Mais uma vez, o Forte do Bom-Sucesso – em Lisboa, junto à Torre de Belém- irá receber uma cerimónia militar, a qual incluiu normalmente não só a parada militar tradicional com também o desfile de Antigos Combatentes e respetivos guiões.

Os cabos submarinos na geopolítica do Brasil

Algo que cada vez tem vindo a ter maior importância, tanto em termos económicos/tecnológicos como em termos de Segurança e Defesa, são os cabos submarinos por onde passa quase toda a informação da “aldeia global”.
O Brasil é realmente um caso de estudo nessa área, e é de lá que vem a maior parte da ligação de Portugal (e da Europa) à América do Sul.
A infografia é esclarecedora e consta do livro The Palgrave Handbook on Geopolitics of Brazil and the South Atlantic (all Rights reserved to Palgrave MacMillan).

Alteração da Lei da Nacionalidade Portuguesa

Diz o povo que: “Mais vale tarde do que nunca”. Mas há coisas que envergonham por contecerem demasiado tarde. Na Guiné foram fuzilados dezenas de guineenses porque combateram pelo país onde nasceram (Portugal). Em Angola e em Moçambique abandonámos muita gente à sua sorte, depois de eles terem zelado pela nossa sorte, e que, entretanto, faleceram nas mais parcas condições.

Aos sobreviventes – sejam bem-vindos camaradas … e desculpem o atraso.

A Noite dos Museus, no Museu do Ar

O Museu do Ar convida-o para um fim de semana dedicado à cultura.
No dia 16 de maio, celebra a Noite Europeia dos Museus com um programa pensado para todas as idades, entre as 10h e as 22h, com várias atividades e a oportunidade de explorar as aeronaves de uma forma única, com entrada gratuita.
No dia 17 de maio, às 16h30, a música ganha destaque com o Concerto Promenade da Banda de Música da Força Aérea, na Quinta da Ribafria, em parceria com a CulturSintra. Sugerimos que tragam uma manta e um cesto de piquenique, para aproveitar este momento com mais conforto, relaxar ao ar livre e desfrutar da música num ambiente descontraído e acolhedor, com entrada gratuita.

Dia Internacional da Língua Portuguesa

5 de maio – Dia Internacional da Língua Portuguesa.
A 4ª língua materna mais falada no Mundo, falada por mais de 260 milhões de pessoas como língua materna (3,7% da população mundial), a mais falada no Hemisfério Sul, língua oficial em nove países e na Região Administrativa Especial de Macau (China), língua de trabalho oficial em 32 organizações internacionais.

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