1957 – É assinada a primeira Ordem de Serviço do Direção do Serviço de Eletricidade e Telecomunicações (DSET) pelo General de Brigada Piloto Aviador Dário de Oliveira.
1966 – Entrada em vigor do Regulamento de Abastecimento de Material da Força Aérea (RAMFA) – (Portaria 21773 DG 3 Série 15-1-66).
1975 – É criada a Direção do Serviço de Eletricidade e Telecomunicações (DSET) – É extinta a Direção do Serviço de Comunicações e Tráfego Aéreo (Decreto-Lei 172/75 GD 76 Série 1).
1976 – São determinados o funcionamento, a constituição e as atribuições do Centro Psicotécnico da Força Aérea (Despacho 14/76 do CEMFA OQ 1ª Série p. 473).
1992 – Data a partir da qual é determinada a desativação do AM2 (São Jacinto) (despacho 19/92 do CEMFA de 2 de março, OFA 1ª Série p. 68).
1922 – Descola de Lisboa (Tejo) o hidroavião Lusitânia rumo ao Brasil, levando a bordo Sacadura Cabral (piloto) e Gago Coutinho (navegador).
1963 – Ficou definido que “O Dia da Força Aérea” seria celebrado no dia 1 de julho de todos os anos e que seria feriado na FAP (Despacho 623 do Secretário de Estado da Aeronáutica AO 4, 1ª Série de 31 MAR 1965 p. 70).
O Conselho Nacional de Transição (CNT) da Guiné-Bissau acusou o Governo português de hostilizar as autoridades no poder naquele país PALOP e de praticar uma diplomacia de “conluios de corredor”. Isto porque o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal (Paulo Rangel) disse que Portugal tem falado “com algum recato” com parceiros lusófonos, sobretudo Angola e Brasil, para procurar que a Guiné-Bissau volte a ser uma democracia. O CNT guineense substituiu o parlamento guineense através de um golpe militar em novembro de 2025, assegurando desta forma que a Guiné-Bissau se mantem no top do ranking mundial dos países que mais golpes de Estado. Desde a sua declaração unilateral de independência (1973), a Guiné-Bissau já teve mais de uma dezena de Golpes de Estado, ou tentativas de Golpe de Estado.
Isto fez-me lembrar o estudo feito em parceria com o meu amigo Prof. Francisco Leandro sobre aquele País Africano de Língua Oficial Portuguesa.
1925 – Partida do primeiro voo entre a Amadora Guiné-Bissau
1952 – Entra em execução o Regulamento para Inspeção, Seleção e Exames Periódicos para Pilotos de Aeronáutica (Portaria 13904 DG 70 Série 1).
1958 – São definidas as designações e localizações referenciadas no Decreto-Lei 41492:
Na dependência do Diretor de Serviços de Recrutamento e Instrução ficou o Centro de Recrutamento nº 1 em Lisboa. A BA-1 (Sintra) ficou com a instrução básica de pilotagem e a Escola Militar Geral e Superior. A BA2 (Ota) ficou com a instrução complementar de aviões de caça e navegação de aviões pesados com a Escola de Técnicos e Especialistas. No AB2 (São Jacinto) ficou a instrução elementar de pilotagem e a Escola de Técnicos Especialistas. NA Dependência do Diretor do Serviço de Material ficou o Depósito Geral de Material da Força Aérea e as Oficinas Gerais de Aeronáuticas ambas em Alverca. Na dependência do Comandante da 1ª Região Aérea (Portugal Continental, Madeira e Cabo Verde) ficaram o GDACI (radares de defesa aérea); a BA2 com unidades de caça e caças bombardeiros; a BA6 (Montijo) com unidades de luta antissubmarina. O AB3 (Alverca) com unidades de transporte aéreo. O AB1 (Lisboa) com unidades de ligação e socorro, um Centro de Instrução e a Banda da FA. O AB4 (Ilha do Sal) Com apoio de aviões de transporte. Na Zona Aérea dos Açores o GDACI nº 2, e a BA4 (Lajes) com unidades de caças bombardeiros, antissubmarina e busca e salvamento (Portaria 16645, DG 64 Série 1).
Na dependência do Diretor da 2ª Região Aérea (Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe) BA7 (Nova Lisboa) com unidades de caça e caças bombardeiros e luta antissubmarina. O AB7 (Luanda) com unidades de ligação e transporte. O AB5 (Bissau) com apoio de aviões em transito. O AB6 (São Tomé) com apoio de aviões em transito.
Na dependência do Comandante da 3ª Região Aérea (Moçambique) ficou a BA8 (Lourenço Marques) com unidades de caça, de caça bombardeiros, luta antissubmarina, de ligação e transporte.
(Contudo, algumas unidades foram previstas, mas não foram implementadas e outras houve que foram implementadas sem terem sido previstas).
Este livro dá acesso a pequenas histórias absolutamente parvas, algumas serão mesmo desconcertantes, mas simultaneamente são reveladoras da cultura daquela zona do Mundo. Para se entender tem de ser ler nas entrelinhas e fazer uma interpretação satírica das palavras.
1919 – Foi decretada a expropriação de propriedades junto à povoação da Amadora (herdeiros da Condessa de Tomar e ao Conde de Gerês, entre outros) para receber o Corpo de Esquadrilhas de Aviação “República”. Nos terrenos que atualmente são a Academia Militar (Exército Português).
Ainda na senda dos trabalhos publicados (mapas e texto) em conjunto com os meus amigos (Professores) Leandro e Galan, sobre os países CPLP arquipelágicos, mais especificamente sobre Timor-Leste, em https://link.springer.com/book/10.1007/978-981-99-3382-2 recordo que Timor-Leste não só tem a Ilha de Ataúro como também o “exclave” de Oecussi Abeno, na parte indonésia da Ilha de Timor.