12 FEV – 1960 – Chega a Portugal o primeiro Auster D-5 de um contrato de 160, dos quais 146 seriam produzidos nas OGMA. A FAP operou 66 aeronaves e as restantes foram distribuídos por outras entidades do Estado.

Memórias e reflexões expostas em poucas palavras – Memories and reflexions in few words
12 FEV – 1960 – Chega a Portugal o primeiro Auster D-5 de um contrato de 160, dos quais 146 seriam produzidos nas OGMA. A FAP operou 66 aeronaves e as restantes foram distribuídos por outras entidades do Estado.

11 FEV – 2005 – Chegaram a Portugal (BA6 Montijo) os primeiros dois (de 12) EH-101 Merlin.

1927 – Durante a Revolta militar conta o Regime do General Carmona (Ditadura Militar – 1926-1933 – que sucedeu ao golpe de 28 de maio de 1926 e antecedeu o Estado Novo), os aviões foram utilizados como arma ofensiva em Lisboa. As posições dos revoltosos na rua da Escola Politécnica, no Bairro Alto e no Arsenal da Marinha foram bombardeadas também pelo ar.


1913 – Criação, junto da Inspeção do Serviço Telegráfico Militar, de uma comissão de Aeronáutica Militar que deverá proceder ao estudo da organização, melhoramento e alterações do serviço e material das tropas de aeróstatos (Decreto O.E. 3, 1.ª Série de 25 de fevereiro, p. 121).
1943 – Aterram em Portugal, em emergência, (mais) um caça Bell P-38 AirCobra, o qual é apreendido por Portugal ser um país neutral na Segunda Guerra Mundial, e foi incorporado nas esquadras de voo da Aeronáutica Militar Portuguesa. Já tinham aterrado anteriormente sete P-38 e outros se seguiriam pelo que, no total, a Aeronáutica Militar Portuguesa teria 19 AirCobras.

Numa única semana de fevereiro de 2026 choveu mais do que em vários meses de inverno durante o período normal invernoso desde que há registos.
Veio a Ingrid, depois o Josef, a seguir a Kristin, seguiu-se o Leonardo, agora a Marta.
Irra … E vem aí mais mau tempo.
Para que saibam, os nomes previstos para 2026 são:
Nils (a próxima); Oriana; Pedro; Regina; Samuel; Therese; Samuel; Vitor; e Wilma.
Com esta sequência tipo “Comboio Tempestivo” vamos ver se os nomes chegam!

Para quer quiser ler como acabou a Guerra na Bósnia escrito na primeira pessoa – em Inglês

1961 – A Força Aérea executa a primeira missão de ataque na Guerra do Ultramar, em Angola, com um PV-2 Harpoon, bombardeando um aldeamento hostil em Apoio Aéreo Próxima a forças portuguesas no terreno, a zona fronteiriça de Malange. Essas aeronaves estavam estacionadas na BA-9 em Luanda (livro “Plano de voo África”).

2012 – São mandados aprovar os modelos dos Estandartes das Esquadras de Radar nº 1, nº 2, nº 3 3 nº 4 (Despachos do CEMFA 15, 16, 17 e 18/2012 do CEMFA).
07 FEV 1919 – Criação de um grupo misto de esquadrilhas autónomo, com designação de Grupo de Esquadrilhas de Aviação “República”, o qual terá uma esquadrilha de combate e uma esquadrilha de bombardeamento e observação. O Comandante do Grupo será um oficial superior, ou capitão, piloto aviador. O Grupo será dotado, provisoriamente com cinco Spad 180 H.P. e dez Breguet 800 H.P. (Decreto 5141 D.G. 27, Série 1 de 10 de fevereiro).

1920 – É emitida a primeira Ordem de Serviço da Escola Militar de Aviação – EMA – na Granja do “Marquez”, assinada pelo Comandante – Major Carlos Ribeiro Alberto de Courtilis Cifka Duarte.
1992 – É concedida à Esquadra 552 da BA3 a Medalha de Ouro de Valor Militar (Despacho do Presidente da República 2/92 DR 30, 4ª Suplemento Série 1-A).


1994 – É extinto o Corpo de Tropas Paraquedistas. O diploma que decreta a extinção produz efeitos a partir de 1 de janeiro de 1994 (Decreto-Lei 27/94 DR 30 Série 1-A).
Muito bom. Nuno Duarte conseguiu um Romance histórico porque reporta com rigor a vida (desgraçada) da classe operária nos anos 60 e descreve as várias fases da construção da Ponte sobre o Tejo, Policial porque o enredo tem efetivamente casos de polícia; critica política ao antigo regime, porque aborda de forma crua a Guerra do Ultramar; e ficção porque deriva da parte histórica para uma (diria) distopia com a queda do regime. deixa o leitor a pensar – e depois? Gostei!

Em 4 de fevereiro de 1961, um episódio de violência em Angola, marca o início da luta armada contra a presença colonial portuguesa em África, desencadeando a longa e sangrenta Guerra do Ultramar. O conflito prolongar-se-ia até 1975, porque, embora a Revolução do 25 de abril fosse em 1974, e as conversações para a atribuir independência a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau , Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estivessem em curso, em termos práticos as Forças Armadas Portuguesas continuaram a ter situações de combate (e baixas) ainda durante o ano de 1975.
A Força Aérea Portuguesa desdobrou-se em esforços, apoiando logisticamente e apoio aéreo próximo os três teatros de guerra (Angola, Guiné e Moçambique), naquilo que foi considerado uma campanha aérea percentualmente superior àquela que os Estados Unidos desenvolveram na guerra do Vietnam.
