Para quer quiser ler como acabou a Guerra na Bósnia escrito na primeira pessoa – em Inglês

Memórias e reflexões expostas em poucas palavras – Memories and reflexions in few words
Para quer quiser ler como acabou a Guerra na Bósnia escrito na primeira pessoa – em Inglês

1961 – A Força Aérea executa a primeira missão de ataque na Guerra do Ultramar, em Angola, com um PV-2 Harpoon, bombardeando um aldeamento hostil em Apoio Aéreo Próxima a forças portuguesas no terreno, a zona fronteiriça de Malange. Essas aeronaves estavam estacionadas na BA-9 em Luanda (livro “Plano de voo África”).

2012 – São mandados aprovar os modelos dos Estandartes das Esquadras de Radar nº 1, nº 2, nº 3 3 nº 4 (Despachos do CEMFA 15, 16, 17 e 18/2012 do CEMFA).
07 FEV 1919 – Criação de um grupo misto de esquadrilhas autónomo, com designação de Grupo de Esquadrilhas de Aviação “República”, o qual terá uma esquadrilha de combate e uma esquadrilha de bombardeamento e observação. O Comandante do Grupo será um oficial superior, ou capitão, piloto aviador. O Grupo será dotado, provisoriamente com cinco Spad 180 H.P. e dez Breguet 800 H.P. (Decreto 5141 D.G. 27, Série 1 de 10 de fevereiro).

1920 – É emitida a primeira Ordem de Serviço da Escola Militar de Aviação – EMA – na Granja do “Marquez”, assinada pelo Comandante – Major Carlos Ribeiro Alberto de Courtilis Cifka Duarte.
1992 – É concedida à Esquadra 552 da BA3 a Medalha de Ouro de Valor Militar (Despacho do Presidente da República 2/92 DR 30, 4ª Suplemento Série 1-A).


1994 – É extinto o Corpo de Tropas Paraquedistas. O diploma que decreta a extinção produz efeitos a partir de 1 de janeiro de 1994 (Decreto-Lei 27/94 DR 30 Série 1-A).
Muito bom. Nuno Duarte conseguiu um Romance histórico porque reporta com rigor a vida (desgraçada) da classe operária nos anos 60 e descreve as várias fases da construção da Ponte sobre o Tejo, Policial porque o enredo tem efetivamente casos de polícia; critica política ao antigo regime, porque aborda de forma crua a Guerra do Ultramar; e ficção porque deriva da parte histórica para uma (diria) distopia com a queda do regime. deixa o leitor a pensar – e depois? Gostei!

Em 4 de fevereiro de 1961, um episódio de violência em Angola, marca o início da luta armada contra a presença colonial portuguesa em África, desencadeando a longa e sangrenta Guerra do Ultramar. O conflito prolongar-se-ia até 1975, porque, embora a Revolução do 25 de abril fosse em 1974, e as conversações para a atribuir independência a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau , Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estivessem em curso, em termos práticos as Forças Armadas Portuguesas continuaram a ter situações de combate (e baixas) ainda durante o ano de 1975.
A Força Aérea Portuguesa desdobrou-se em esforços, apoiando logisticamente e apoio aéreo próximo os três teatros de guerra (Angola, Guiné e Moçambique), naquilo que foi considerado uma campanha aérea percentualmente superior àquela que os Estados Unidos desenvolveram na guerra do Vietnam.

Num Mundo de “causa-efeito”, se conhecermos as causas podemos prevenir os efeitos, e não existe o fator “acaso”. O “acaso” é uma medida de ignorância (para quem não conhece as causas) ou de incompetência (para que menosprezou os efeitos).

1918 – Publicação do Regulamento dos Serviços de Aeronáutica Naval. Junto à Direção dos Serviços de Aeronáutica Naval funcionará o Conselho Técnico de Aeronáutica Naval. É prevista a existência de um centro de aerostação (Decreto 3815, D.G. 25, Série 1 de 8 de fevereiro).

1967 – São estabelecidos os efetivos de pessoal do Aeródromo de Trânsito nº2 em São Tomé (Portaria 22501 DG 28 Série 1).
01 FEV 1978 – A Academia da Força Aérea (AFA) inicia o seu funcionamento (Despacho 11/78 do CEMFA de 30-01 AO 1ª Série p. 355).


1976 – É desativado o GDACI em Monsanto. Mantem-se em funcionamento com as mesmas missões a Esquadra 11 em Montejunto e a Esquadra 12 em Paços de Ferreira, passando ambas a depender do Comando da 1ª Região Aérea (Portaria 55/76 DG 26 Série 1).

1989 – Chega a Portugal (BA1 – Sintra) a primeira de 18 aeronaves TB-30 Epsilon vinda de França (Tarbes).
