Acabei de ler o livro “Voando no céu do reino do Monomotapa” (Moçambique), onde o autor (General Vizela Cardoso) reporta a forma como a Força Aérea Portuguesa conduziu a campanha aérea na província moçambicana de Tete, durante a guerra do Ultramar, entre os anos de 1972 e 1974. O livro é um interessante contributo paraContinuar lendo “Voando no céu do reino do Monomotapa”
Arquivos do autor:Paulo Gonçalves
Associação da Força Aérea “põem em marcha para descolar”
As obras na Associação da Força Aérea Portuguesa (AFAP) continuam a bom ritmo. Entretanto, vai ser adquirido novo mobiliário para as áreas de refeições, e num futuro próximo estão previstas mais obras que irão beneficiar muito o bem-estar dos nossos associados. Foi também relançado o programa de visitas e atividades culturais, onde os sócios poderãoContinuar lendo “Associação da Força Aérea “põem em marcha para descolar””
Os livros que vou lendo (#1)
Acabei de ler um “desafio literário” do meu clube de leitura (autor espanhol) com o título: “O fogo invisível”, de Javier Sierra. A história gira à volta de uma busca pelo Santo Graal, e dá ares de ser mais um escritor com forte influência de Dan Brown. Porém, tem uma particularidade que me interessou –Continuar lendo “Os livros que vou lendo (#1)”
A Associação da Força Aérea prepara-se para a rentrée de setembro.
Aproveitando o tradicional fecho sazonal de agosto das instalações na Avenida Gago Coutinho – em Lisboa (também conhecida por avenida do Aeroporto), a AFAP iniciou uma série intervenções no edifício, a fim de o preparar para a rentrée de setembro. 1 – Os portões de acesso ao edifício foram intervencionados. Já não são fechados comContinuar lendo “A Associação da Força Aérea prepara-se para a rentrée de setembro.”
A Liga dos Combatentes não é só para os que estiveram no Ultramar!
No sábado, dia 03 de agosto, fui apoiar o pessoal do Núcleo do Seixal da Liga dos Combatentes que guarneciam o stand da Liga nas Festas da Aldeia de Paio Pires (Concelho do Seixal). Durante a noite, um cidadão (cuja idade deveria rondar o início dos 60 anos) veio ter comigo e disse que tinha sidoContinuar lendo “A Liga dos Combatentes não é só para os que estiveram no Ultramar!”
Novo projeto – memórias de missão no Afeganistão
Ora então, vamos lá revisitar o diário de missão da ONU para o Afeganistão, e começar a escrever mais umas memórias de missão. Acho que vai começar desta forma: “Existe uma lenda nas montanhas do Hindukush que reza assim:– “Quando Alá fez o Mundo, sobraram-lhe um monte de pedaços e restos da criação que nãoContinuar lendo “Novo projeto – memórias de missão no Afeganistão”
Se faltam militares nas fileiras, o produto operacional será necessariamente mais baixo.
A pergunta que se coloca é: Qual é o produto operacional que as nossas Forças Armadas contribuem para o quotidiano da nossa população? Sabendo que “há coisas que, por estarem longe da vista, estão longe do coração”, também é verdade que maior parte das coisas que permitem que o coração bata, estão longe da vista.Continuar lendo “Se faltam militares nas fileiras, o produto operacional será necessariamente mais baixo.”
Ministro em “estado de graça”
No dia 7 de abril de 2024, o Ministro da Defesa Nacional participou pela primeira vez num evento público de cariz militar. Tratou-se do Dia do Combatente, celebrado no Mosteiro da Batalha.As palavras de Nuno Melo não vieram trazer nada de esclarecedor, porque (como o próprio fez questão de referir) o programa do governo aindaContinuar lendo “Ministro em “estado de graça””
Aliança Luso-Britânica nos céus de Lisboa, mas … e depois?
No dia 24 de janeiro de 2024, decorreu na Sociedade de Geografia de Lisboa, uma Conferência (híbrida), promovida pela Secção de Ciências Militares dessa Sociedade sobre a temática dos “650 anos da Aliança Luso-Inglesa e a sua atualidade” Para além da interessante retrospectiva história, ficou bem patente que, tanto nas celebrações dos 600 anos daContinuar lendo “Aliança Luso-Britânica nos céus de Lisboa, mas … e depois?”
Veteranos – a reserva estratégica do País do “saber como se fez”.
O Ser Humano só consegue avaliar aquilo que realmente aprendeu quando é posto à prova. A Segunda Guerra Mundial representou o fim da Segunda e o início da Terceira Revolução Industrial, as quais empurraram a Humanidade para um novo estágio do Homo Sapiens. A aviação é uma dessas inovações, diria mesmo uma conquista, porque oContinuar lendo “Veteranos – a reserva estratégica do País do “saber como se fez”.”
